domingo, 8 de julho de 2007
sábado, 7 de julho de 2007
Cristo Redentor é eleito a 3ª maravilha do mundo
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Carlos Zamith Junior
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18:28
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Israel o quê?

Por favor, não torça o nariz para o cantor de sobrenome impronunciável.
Trata-se de Israel Kamakawiwo'ole (melhor conhecido, por razões óbvias, pelo apelido de "Bruddah Iz").
É responsável por uma das gravações mais cativantes de dois clássicos da música mundial: um medley de "Somewhere Over the Rainbow", tema imortalizado por Judy Garland no filme O Mágico de Oz, com "What a Wonderful World", sucesso de Louis Armstrong.
Em 1993, gravou o seu maior sucesso, "Somewhere Over the Rainbow/What a Wonderful World", no segundo álbum de sua carreira solo: "Facing the Future". Infelizmente Israel não gozava de boa saúde; por sofrer de obesidade mórbida, chegou a pesar mais de 300 quilos. Em 1997, aos 38 anos, Iz faleceu devido a complicações cardíacas e respiratórias oriundas de sua doença, causando comoção geral no Havaí, que decretou estado de luto oficial
Reserve 5 minutinhos para ouví-lo e, se não gostar, pode me espinafrar.
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Carlos Zamith Junior
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17:02
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sexta-feira, 6 de julho de 2007
Arroz transgênico?
Lendo a manchete, lembrei do Moacir Japiassu, jornalista citado no post abaixo e criador da personagem Janistraquis, atento observador das inusitadas manchetes de nossos periódicos. Indagaria o Janistraquis: Considerado, como será esse arroz falsificado: será de plástico? ou feito de outro material sintético?
Na verdade, a falsidade ocorreu em cima da embalagem do arroz. Mas para descobrir isso, só lendo a matéria até o final.
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Carlos Zamith Junior
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22:03
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Nome e processo sujo
Vejam o inusitado protesto de um condenado, relatado por Moacir Japiassu.
Os funcionários do cartório da 5.ª Vara Criminal de Jaú (47 quilômetros de Bauru) se assustaram ontem à tarde quando o escriturário Romildo Segundo Giachini Filho, ao contrário do que fazia todos os meses, pegou seu processo para assinar e, imediatamente, pediu para que todos se afastassem.Por alguns segundos, imaginaram que ele fosse agir violentamente ou sacar uma arma.
Erraram.
A cena que veio na seqüência foi tão inusitada quanto escatológica: o escriturário, 49 anos, abaixou a calça e defecou sobre a papelada.
A atitude foi um ato de protesto, segundo contou Giachini Filho ao delegado Wanderley Benedito Vendramini, titular do 2.º distrito policial (DP) de Jaú, que ontem respondia também pelo plantão policial na cidade. O escriturário havia sido condenado em 2005 num processo que apurou crime de posse ilegal de arma e aceitou uma transação processual que determinou que, por 24 meses, ele deveria comparecer ao cartório da 5.ª Vara mensalmente, comprovando sua presença com uma assinatura no processo.
Ontem foi o dia da última assinatura, mas ao invés de pôr fim ao caso, ele resolveu extravasar - literalmente. Contido pelos funcionários do cartório, Giachini Filho ainda pegou o processo e teria dito que iria esfregá-lo “na cara do juiz e do promotor” que o condenaram. Deixou o cartório e foi detido pouco depois por policiais militares (PMs), que o encaminharam ao plantão.
De acordo com o delegado, o escriturário disse que defecou sobre o processo porque não se conformava com a condenação que, segundo ele, teria sujado seu nome, colocando-o como se fosse um marginal, o que ele não aceitava.
A rebeldia de mau gosto do escriturário piorou sua situação diante da Justiça. Se tivesse assinado o processo ontem, como fazia todos os meses, seu compromisso estaria terminado. Mas ao sujar os papéis propositalmente, cometeu outro crime. “O Instituto de Criminalística constatou a presença de suas fezes sobre o processo, que ficou inutilizado em parte. Com isso, ele foi autuado em flagrante pelo crime de inutilização de documento público”, explica Vendramini. Segundo o delegado, a pena prevista para esse tipo de delito é de dois a cinco anos de prisão.
Ainda na noite de ontem, Giachini Filho deveria ser encaminhado para a Cadeia Pública de Barra Bonita.
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Carlos Zamith Junior
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21:57
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Super juiz
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Carlos Zamith Junior
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21:16
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Bom Conselho
Por Leila Jalul*
Não dispenso um bom conselho, venha de onde vier, chegue de onde chegar. Como caldo de galinha e prudência, um bom conselho não faz mal. Não dá congestão nasal nem derrame cerebral.
Outro dia, um anônimo me mandou ler mais para poder falar sobre política. Esse não é um sábio e excelente conselho, mesmo partindo de um anônimo? Não vou esquecer nunca! E mais: vou agradecer eternamente. Até arrisco confirmar que quanto mais se lê, mais se constata que não se sabe nada.
Já expressei minha opinião sobre o anonimato na internet. Também já revelei que falar de política não me agrada. Porém, não somente eu, na condição de mulher inculta, mas todas as mulheres podem, e devem, tanto quanto possível, se arriscar a falar sobre tudo, inclusive sobre outros assuntos particularmente considerados exclusivos do “universo” masculino. Aspeei por entender que o termo é muito amplo quando se quer falar de um “mundinho”.
Começando pelo Futebol, a mulher já está ultrapassando o alambrado e atuando no gramado. Largou o avental e adotou o apito. Afora as Marias Chuteiras, claro! O negócio delas é cama e pensão judicial. São pouquíssimas as juízas e bandeirinhas e cometem lá suas besteiras. A carreira é nova, afinal. Mas elas estão chegando, cheias de graça. Enfrentam a máfia das federações e o cerco agressivo dos musculosos em campo. Alguém já ouviu falar em máfia do Vôlei? É meu esporte preferido.
Na política, ui, Jesus! É barra!
Vale contar uma historinha que tive que ouvir calada, imóvel e assustada. Aconteceu num vôo entre Brasília e Vitória, com conexão em Minas. Após o embarque dos mortais comuns, entram uns dez homens de paletó e gravata, exalando uma grande confusão de perfumes franceses. Percebi que eram políticos, mas não os identifiquei, exclusive um, afastado da presidência do PSDB por conta de ter , “supostamente”,recebido dinheiro do valerioduto (é com letra minúscula mesmo. A senvergonhice é minúscula e tem que ser tratada como tal). Este sentou um pouco mais para trás. Só durante a viagem é que veio para perto do grupo. Por dever, inocento-o-o, ô, ô. Adoro música com ô, ô, ô.
Os engravatados falavam alto. Mesmo com as turbinas ligadas dava para quem quisesse ouvir.
O assunto era o do momento – CPI dos Correios. Num dado momento eles falavam sobre a então Senadora Heloísa Helena e sobre a também Senadora Ideli Salvati. Heloísa, foi chamada por um deles, literalmente, de PUTA. De Ideli o comentário foi mais contundente. Foi chamada de “o único macho do PT”, que só ia melhorar no dia em que encontrasse um bom macho que a “enrabasse”, entre outras coisas de baixíssimo “escalão”. O avião decolou. O assunto encerrou. O avião não caiu. Por Deus!
Mulher deve falar sobre política, sim. Deve ingressar na política, sim. Deve romper barreiras, sim. Da casa onde fui criada, sob as bênção de uma mulher, saíram uma Ministra da Eucaristia, uma Doutora em Parapsicologia, uma ex-praticante do Candomblé, um chefe de centro do Daime, um militante da igreja da Renovação Carismática, e eu, uma língua de trapo com muita vontade e muito enxerimento para falar sobre o que quiser, na hora que quiser e onde e com quem quiser, sempre assinando o que escrevo. Na pluralidade de pensares da minha casa, de meus irmãos e amigos, discute-se, sem censuras ou “recomendações indicativas”, qualquer tipo de assunto. Todos temos nomes e sobrenomes. Às vezes “chuta-se o pau da barraca”, é verdade, mas o debate é democrático e sem atalhos. Quem não gostar, pode se retirar. É também permitido. A porta da rua é a serventia da casa.
Encerrando e ainda agradecendo o conselho do machista anônimo, quero retribuir com outro conselho, aos anônimos, de um modo geral. Coisa simples de seguir, se aceitarem.
A internet não é território brasileiro. Daí se deixar correr solto o anonimato que nossa Constituição proíbe e nossa lucidez rejeita. Pode tudo, ou quase tudo. Juristas e mais juristas se debruçam e emitem opiniões diversas e divergentes. Não falo disso agora. Quero ler mais sobre o assunto. Só quero dizer que, na internet, ou fora dela, o anonimato me sugere alguns entendimentos: medo, covardia e a existência de pobres diabos que não podem, sequer, assinar o próprio nome. O anonimato é a melhor expressão do “não ser”.
Mantenho minhas opiniões e respeito as contraditórias. As anônimas, inclusive. Quando afirmei que Tião Viana tem compostura, quis e quero dizer que ele pode ter seus defeitos, mas tem educação. Tomei informações sobre seu suplente e reafirmo que, as que obtive, foram as melhores possíveis. Sobre Sibá Machado, nada de pessoal, porém, se a suplência é aberração, ele próprio é responsável pela mudança. Deve consistir nisso a sua luta. É no pantanal que os bois de piranha fazem sentido a existência. Quem quiser e se interessar pelo assunto, reveja o Vale a Pena Ver de novo das sessões das Comissões Parlamentares de Inquérito.
De puxadeira de saco não tenho nenhum sinal. O puxasaquismo é um atributo dos pobres de espírito e dos necessitados das esmolas e restos do poder. Estou fora do rol. Meu dote de riqueza espiritual e o grau de minhas necessidades materiais dispensam a pecha.
Quero ler mais, quero ler sempre. De Proust ao Almanaque Capivarol, do Guia 4 Rodas ao meu bom Mário Quintana. Quero reler o que não digeri. Vou reiniciar a leitura do verso da página da folhinha (calendário). O santo do dia tem muita importância. A leitura nos leva ao paraíso ou ao inferno. Vou fazer as pazes com Dante e achar que Adelaide Carraro também é literatura. Afora o Lair Ribeiro e o mestre dos magos Paulo Coelho e similares, quero ler tudo.
Enquanto tiver visão, vou absorvendo. Quando não mais, alguém lerá para e por mim. Sempre será pouco. Enquanto escrever, ou mesmo que ditando, abaixo estará a minha maior marca: meu nome.
E tenho dito!
* Leila Jalul é procuradora aposentada da Universidade Federal do Acre.
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Carlos Zamith Junior
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20:37
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Cadê a Scarlett Johansson?
Acrópole de Atenas, Grécia
Alhambra - Granada, Espanha
Angkor - Camboja
Basílica de Santa Sofia - Istambul, Turquia
Castelo de Neuschwanstein - Füssen, Alemanha
Chichén Itzá - Yucatan, Mexico
Coliseu - Roma, Itália
Cristo Redentor - Rio de Janeiro, Brasil
Estátua da Liberdade - Nova Iorque, Estados Unidos
Estátuas da Ilha de Páscoa - Chile
Grande Muralha da China - China
Kremlin - Moscou, Rússia
Machu Picchu - Peru
Opera House - Sydney, Austrália
Petra - Jordânia
Pirâmides de Gizé - Egito
Stonehenge - Amesbury, Reino Unido
Taj Mahal, Agra - Índia
Templo Kiyomizu-dera - Quioto, Japão
Tombuctu - Mali
Torre Eiffel - Paris, França
O concurso acaba hoje - 6 de julho de 2007 -e metade dos fundos arrecadados no projeto serão destinados à restauração de patrimônios em risco ao redor do mundo. No dia 7 de Julho de 2007 será feita a divulgação da Declaração Universal das "Novas Sete Maravilhas do Mundo", tendo como palco o estádio do Sport Lisboa e Benfica em Lisboa onde serão apresentadas também as Sete Maravilhas de Portugal, evento que começou em 7 de Dezembro de 2006.
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quinta-feira, 5 de julho de 2007
Sandálias da humildade - Parte II
O juiz Bento Luiz de Azambuja Moreira, da 3ª Vara do Trabalho do município, pediu desculpas formais ao rapaz durante a nova audiência e levou um par de sapatos para presenteá-lo, mas ele não aceitou e preferiu permanecer com os calçados emprestados do sogro, dois números a menos do que ele usa.
"Atuei como juiz dez anos em Curitiba, onde os hábitos são diferentes, onde há um consenso social de que a pessoa não vá de chinelos a uma audiência. Mas aqui a situação é diferente. Temos muitas áreas rurais. Tenho que refazer os meus conceitos", afirmou.
Fonte: site Migalhas.
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06:15
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Clinton, Renan e Cebolinha
Sabe qual é a semelhança entre Bill Clinton, Renan e o Cebolinha?
Todos sofreram nas mãos da Mônica.
Faz sentido.
Surrupiado do Blog do Ancelmo.
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00:08
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quarta-feira, 4 de julho de 2007
Reviravolta: foi fraude a fofoca no MSN
Deu no Espaço Vital:
É uma farsa o suposto bate-papo, via computador, entre dois funcionários do Foro de Santana, Zona Norte de São Paulo, que foi parar nas páginas do Diário Oficial daquele Estado.
Na conversa, André Luís Leôncio e Luciana Pires teriam falado mal dos chefes e colegas de trabalho, usando um popular programa de mensagens instantâneas. "Eu olhei o Diário Oficial, vi que era uma coisa absurda, que nunca tinha ocorrido", lembra André, funcionário do Foro de Santana, em São Paulo.
O suposto bate-papo no MSN entre funcionários da Justiça paulista saiu publicado no Diário Oficial e virou notícia nacional. Aparentemente, dois servidores conversam virtualmente. Fazem críticas à diretora de um dos cartórios do foro em que trabalham. O diálogo foi parar, impresso, no Diário Oficial, no meio de um despacho do juiz da 7ª Vara Cível, em uma ação de despejo por falta de pagamento.
Peritos e especialistas em informática comprovaram, porém, que o diálogo foi forjado. "Foi uma pessoa apenas que se passou por duas dialogando", afirma o magistrado Antônio Jeová Santos, que tem o seu nome citado na suposta conversa entre os funcionários.
O funcionário que forjou o diálogo já foi identificado: é um escrevente que trabalha há mais de 15 anos naquela repartição judicial. Corre o risco de - depois de regular processo - ser demitido e processado por falsidade ideológica e crime contra a honra. As vítimas (André e Luciana) ainda planejam mover uma ação por danos morais contra ele.
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Carlos Zamith Junior
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16:52
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terça-feira, 3 de julho de 2007
Quem é Divaldo Martins da Costa?
Quatro coisas caracterizam todo juiz digno deste nome: ouvir com cortesia, responder com sabedoria, ponderar com sobriedade e decidir com imparcialidade.
Essa definição do filósofo Socrátes aplica-se ao juiz de direito do Tribunal de Justiça do Amazonas, Divaldo Martins da Costa, cujo nome se encontra manchado por ilações precipitadas, retiradas de um relatório que apontou desvios na distribuição eletrônica de alguns feitos judiciais.
Divaldo é do mesmo concurso que eu (1992). Logrou aprovação entre os primeiros colocados e sempre foi referência para este que escreve, dado o vasto conhecimento jurídico que ostenta e a rica experiência humana que pontua sua vida. Não raro lhe telefonava altas horas da noite para debater alguma questão que me atormentava e ele, sempre solícito, emitia sua opinião que, via de regra, eu acabava adotando.
Há quem o antipatize, mas aí o motivo é estritamente pessoal e não há como se evitar as idiossincrasias do ser humano.
De minha parte, garanto que o juiz Divaldo Martins da Costa sempre se mostrou uma pessoa digna, um aplicador correto da lei, ainda que à custa de arrostar com a impopularidade de alguma decisão. É um magistrado consciente do seu papel político, integrante de Poder, observador que a lei é meio e o fim é o Direito, como ensina Carnelutti.
Enfim, um juiz de direito com maiúsculas.
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Carlos Zamith Junior
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23:19
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Juízes contra a corrupção
- Fim do foro privilegiado.
- Implantação de uma Política Nacional de Combate à Corrupção.
- Delegação para desembargadores e juízes instruírem os processos contra detentores de foro privilegiado que tramitam no STF e STJ.
- Aprovação dos projeots de lei que tornam prioritários os julgamentos dos crimes contra o patrimônio público, corrupção e foro privilegiado.
- Criação, estruturação e difisão de varas e câmaras especializadas para o julgamento de crimes relacionados à corrupção, foro privilegiado e defesa do patrimônio público
Chamou-me a atenção o avanço do Tribunal do Rio Grande do Sul, que já criou na sua estrutura organizacional as varas e câmaras especializadas, como propõe a convocação da AMB. Quem milita na área do direito, sabe que os maiores avanços vêm desse Estado da Federação.
Vou fixá-lo na parede da minha sala.
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Carlos Zamith Junior
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20:22
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Metralhadora giratória
A personagem do vídeo abaixo, disponível no Youtube é Olavo de Carvalho.
Ele é filósofo, ultradireitista e desanca em cima do Congresso Nacional, Presidente da República, FARC... A diatribe é rechada de expressões chulas e palavrões.
Pode-se discordar da maioria dos seus argumentos, mas que o homem não tem papas na língua, isso é indiscutível.
O video tem duração de 4:30 minutos e num determinado trecho, entre outras gentilezas, ele literalmente manda um Deputado Federal (Luis Sergio) tomar naquele lugar.
Preparem seus ouvidos.
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Carlos Zamith Junior
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14:34
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